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terça-feira, 2 de abril de 2013

I got a job!!

Eu sou uma pessoa orgulhosa! Orgulhosa no bom sentido. Tenho orgulho de onde eu vim, o que conquistei, de como foi difícil,  das lágrimas, sorrisos, explosões de sentimentos. Tenho orgulho de ter ser da Baixada Fluminense e ser quem eu sou hoje! Adoro trabalhar - adicione a isso a rotina de ir pro trabalho e reclamar dele também. E faço questão de ter meu dinheiro e fazer parte das contas do fim do mês. Faço isso desde os 17 anos.
Dito isso, vamos ao post.


Quando Querido disse que daria entrada no visto, lembro-me claramente que a primeira coisa que eu falei foi "E o meu emprego?". A resposta - dele - foi simples: "Aaaaah, você arranja um aqui". Isso dito, emoções a parte, papelada, dinheiro indo embora, férias, chegada, frio, papelada (aqui) toda ok, chegou a hora: solliciteren!

O prazo que geralmente temos pra toda papelada (identidade, sofi nummer, permissão de trabalho e blablabla) ficar pronta é de até 3 meses. Considerando que já fui Aupair nas bandas de cá, devidamente registrada na prefeitura, documentação em ordem e muita boa vontade e excelente atendimento que tivemos no IND, em 20 aqui eu já estava apta pra abrir conta em banco, fazer o seguro saúde e apta pra trabalhar. Isso tudo porque tivemos as festa de final de ano entre minha chegada e fomos agendados pelo próprio IND pra 20 dias depois.

Antes de chegar aqui eu tinha previsto que só poderia começar a trabalhar depois de 3 meses. Sendo assim, não faria muita pressão - eu sou o meu pior inimigo nesses casos - e viveria a vida estudando e caçando emprego nesse período. Mas, como disse acima, aconteceu o contrário.  Sendo assim, no mesmo dia que cheguei em casa com o beslissing comecei a aplicar para as vagas em sites que já vinha visitando e sabia como que estavam disponíveis, de acordo com meu perfil. 

Uma das coisas que minha mãe me falava era: "filha, por favor, self control enquanto você não arrumar um emprego" porque eu sou dessas que surta - apesar de nunca ter ficado mais de 2 meses desempregada, nunca fui demitida e tive ótimos empregos na minha área e fora dela. 

A primeira semana de nãos até que desceu bem. A segunda nem tanto. Na terceira os primeiros sentidos de preocupação chegaram. Refiz o maldito motivatiebrief, revi as opções de trabalho. Os nãos eram explicados por "seu holandês é muito bom, mas não é fluente". Era verdade e não tinah nada que pudesse fazer a respeito disso. 1 mês e pouco de vida nova na Holanda e, por mais que falasse apenas em holandês com Querido, família e na rua, não seria o suficiente. Conversando com algumas amigas e lendo blogs de quem teve o mesmo processo que eu, 1 coisa apenas se confirmava: primeiro estuda e arrasa no holandês e depois procura emprego. Pelo menos 6 meses dedicados ao estudo da língua. A única coisa que pensava era: "Eu? 6 meses? Só estudando? Sem trabalhar? Sem conhecer outras pessoas e fazer a minha vidinha aqui? Sem meu próprio e suado dinheiro? Mas de jeeeeeeeeeito nenhum!" Que algo fique claro aqui: eu não tenho nada contra quem faz/opta por isso. Mas pra mim, por motivos ditos lá em cima, não rola. Mas, sem subsídio do governo, a última coisa que EU queria era dar de presente mais uma conta pro Querido. Oi, orgulho!

Visitei o primeiro uitzendbureau - agência de trabalho - e o presente que ganhei foi: "ótimo CV, mas na sua área você precisa falar holandês fluente - apesar de já falar muito bem, juntamente com o inglês, português e arranhar bonito no francês e italiano - mas, sem o holandês, o que eu tenho disponível pra você aqui é uma vaga de Tiazinha do Banheiro para antes, durante e depois de uma feira internacional que vai ter aqui. Topa?
Saí da agência sem sentir nada. A única coisa que pipocava na cabeça era: "eu sou melhor que isso, eu sou melhor que isso, eu sou melhor que isso. No Brasil, aqui e/ou em qualquer lugar."

Lembro-me de ter lido muito tempo atrás no blog da Line algo que ficou marcado pra quando eu chegasse aqui; era algo do tipo: "não se contente com pouco, se você se limitar com pouco, você terá pouco". Fazia um dia lindo, com muito vento e antes das lágrimas caírem, ao andar pra casa, o vento tirava de mim. 

O tempo passou, os nãos invadiam meu inbox, o meu dinheiro da recisão acabou e minha necessidade de fazer algo, me sentir útil só aumentava. Inventava desculpas pra mim mesma, principalmente quando acordava e via neve do lado de fora do tipo: pelo menos estou dentro de casa com essa neve e frio todo. Mas no fundo eu não me convencia.

Até que no início do mês passado surgiu não só uma, mas duas vagas de Kamermeisje (camareira) em hotéis aqui perto. Lendo e ouvindo sobre como tá difícil arranjar um emprego na Holanda - para holandeses e expats - pensei, aaaaaaah, a Cunha 1 é Thuisverzoging ("faxineira") e já foi kamermeisje, a Cunha Caçula também. Ser camareira não mata ninguém e posso fazer isso até achar algo melhor, na minha área e $$. É part time, vou chegar em casa e aplicar pra outros empregos. Convencida e necessitada (não de dinheiro, não mesmo, mas de fazer algo), escolhi o mais próximo (ambos pagavam a mesma coisa/hora) e fui. Fiquei 2 dias apenas. No primeiro dia, além de chegar em casa acabada eu só fazia chorar. Eram 20min da estação até o hotel + 6min de trem até aqui em casa e eu só fazia chorar. Mais uma vez o pensamento vinha: "eu sou melhor que isso, eu sou melhor que isso, eu sou melhor que isso." Dessa vez adicionado de: "eu não preciso passar por isso! Eu estudei pra não precisar fazer isso! Estudei pra ser alguém na vida e trabalhar com meu cérebro".

Minha mãe, que sempre me incentivou a fazer e correr atrás pra me tornar uma excelente profissional, me apoiou no início mas escondeu que a pressão tinha subido por me ver me submetendo a algo que ela prometeu não ser quando tinha 12 anos e desde os 9 trabalhava em casa de família. Hoje, Pedagoga, com especialização, pós graduação, começando a segunda agora, aos 53 anos, ela não queria isso pra filha dela. E com ela no Skype, joguei pro alto o hotel. Louca né?! Né! Oi, orgulhosa?

Mais uma vez repito: nada contra quem trabalha. Pelo contrário. Desde a escola sempre tive um respeito absurdo pelas faxineiras (eu vivia na escola, lembra? filha da pedagoga!) e no hotel, só dava as minhas gargalhadas com as camareiras, fazendo bagunça - geralmente - onde não podia. Mas enfim, EU não nasci pra isso.

Mas aí Deus...aaaah Deus é tão bom! Mas tão bom que ouviu o desejo do meu coração e fez a obra completa. Claro que no tempo dEle, do jeito dEle, dando-me o que é melhor!
Acabei de chegar do meu primeiro dia de trabalho, com contrato assinado, sem ser por agência de trabalho - caçando vagas na internet -  um salário excelente, queimando os neurônios, na minha área, minha paixão - aviação - perto de casa - quando a primavera resolver chegar do lado de cá, em 25min de bike estarei lá, por enquanto, de ônibus, em 10min estou na frente da empresa - segunda a sexta, horário comercial, falando holandês (olha como pode, meu holandês só melhorou), inglês e quando necessário português, já que, entre os contratos com clientes, existe contrato com Brasil e Portugal. Apesar do frio de 1C ao sair de casa hoje, o sol já brilhava - e assim ficou o dia todo - e a tendência é só melhorar.

Pois é! Eu, brasileira, no dia que completei 3 meses de Holanda, estava empregada! Na verdade tive duas oportunidades: aviação e hotelaria - Recepcionista Líder no mesmo hotel onde trabalhei no BR, só que aqui. 
Mas, como a aviação confirmou e o hotel - via uitzendbureau (odeio esses caras!) - não ligou nem pra dizer que não rolou...prefiro seg/sex em horário comercial do que ser escravo da hotelaria, novamente (mas caso a aviação não tivesse aparecido, hotelaria seria, sim senhor!)

Não venha me dizer que eu dei sorte porque eu não dei sorte! Sorte é car&%#o!!!
Eu corri atrás, liguei, enchi o saco, escolhi, fiz um bom CV, melhorei o motivatiebrief e acreditei em mim: minha linha de corte foi a minha realidade profissional. Oi, orgulhosa!?

Agora é dedicação ao trabalho, ler ler ler, estudar estudar estudar todos os formulários possíveis da empresa, achar um curso noturno de holandês e welcome back à classe dos trabalhadores!

Enfim, leu esse testamento? Agora me julgue se quiser.
Pra bem ou pra mal. Tô bem feliz e orgulhosa de mim mesma!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dezessete

17 de janeiro de 2007 eu cheguei na Holanda pela primeira vez, como Aupair, praquele que seria um dos melhores anos da minha vida.
17 de julho de 2008 recebi o primeiro email do Querido.
17 de novembro de 2012 recebemos a confirmação do visto.
17 de dezembro de 2012 eu cheguei nas bandas de cá pra ficar de vez.

Eu não acredito em numerologia e 17 nem é o meu número "favorito" (é o 7 e não pergunte pq, mas deve ser por conta do meu aniversário), mas não posso negar que na minha "vida holandesa" o 17 tem um gosto e  um som especial. Me faz lembrar dessas datas tão importantes, que eu só fui perceber na segunda feira, dentro do trem saindo de Frankfurt.

Os últimos dias no Brasil foram agitadíssimos. Muita coisa pra fazer, fora da minha programação - que não era chegar dia 17 e sim dia 20 - o que me fez dar uma surtada. A sensação que tive em janeiro de 2007 de estar fazendo as coisas pela última vez voltaram. Mas dessa vez numa dose maior. As últimas 4 noites foram ocupadas com jantares de "goodbye" com pessoas (do Brasil) que fizeram diferença em nossas vidas e assim o dar tchau foi de uma maneira mais leve. 

O domingo foi puxado: saímos de Vitória pro Galeão cedo. Cedo tipo, umas 10h antes dos nossos respectivos vôos. Querido veio de KLM. Até tentei vir junto mas com o valor da passagem pela hora da morte resolvi ficar com o benefício da TAM e voei até Frankfurt e de lá peguei o trem (Frankfurt x Köln x Aachen, onde Querido me encontrou). Ele fez Rio x Amsterdam x Dusseldorf. Por morar em Limburg é mais perto e mais barato pegar qualquer vôo que não tenha o destino final como Amsterdam.

Saber que ia encontrar 8C, 30 a menos do que o dia anterior em Botafogo, tranquilizou a chegada de cara no inverno. Mantra mode on: "já peguei -16C, 8C não é nada...", mas ao descer as escadas do aeroporto pra estação vi que 1 inverno longe e a gente perde a noção do que é frio. Querido disse que as 3,5semanas de Brasil o fez esquecer de frio rapidinho. Mas vê-lo na estação com minha Cunha pulando com um balão de "Welkom", o frio foi embora rapidinho. Mentira. Nos fez correr mais rápido ainda pra dentro do carro.
Por conta de 1h de atraso do meu vôo, perdi o jantar, mas ao chegar em casa, a Sogra mandou um jantarzinho, o meu favorito: frietjes met zuurvlees. Typisch limburgs!

Gemeente, ok. IND, agendado. GGD dando trabalho. Fora isso, é colocar tudo em ordem e vamos pra frente.

Mas por enquanto eu vou ficar mais um pouquinho na cama, já que ainda posso. Querido voltou ao trabalho, deixei o lunch dele pronto, dei tchau e voltei pro quentinho. Eu e o inverno ainda precisamos melhorar nossa relação...



sábado, 17 de novembro de 2012

Positief Advies!

10 dias atrás eu comentei aqui sobre a interminável espera do visto.
Pois bem. A espera acabou hoje a tarde, Querido desceu pra jogar o lixo fora e deu aquela espiadinha básica no brievenbus e lá estava ela: a tão esperada carta do IND com o positivo dentro de um envelope A4!


Chegou exatamente quando menos imaginávamos: sábado, no final da tarde (ele já tinha verificado a caixinha de correios na hora do almoço e nada), quando eu já estava convencida tentando me convencer que precisava de muita muita muita paciência e que ia demorar. Bom demais!

Querido ligou falando que era podíamos abrir o champagne, mas vou deixar isso pra quinta feira, quando ele chega nas bandas de cá!

De 25.09 pra cá foram 53 intermináveis dias de espera e olha...ufa!

2013 goal: improve my patience. 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A incrível arte de esperar.

Só caiu a ficha de que o natal vem vindo, vem vindo o natal hoje a tarde. Estava lavando a louça na cozinha e ouvi uma propaganda de um supermercado com barulhinho de sinos de natal.  

Sério. Ainda tem tanta coisa pra acontecer esse ano que tá difícil de pensar em Natal (vida offshore, Querido no Brasil, viagens, etc). Já tem propagandas, pessoas fazendo mil planos e falando sobre comida de natal, decoração em alguns locais (um ex-colega de trabalho colocou foto no facebook da árvore montada em pleno 2 de novembro. A "regra" não diz que monta dia 06.12 e desmonta 06.01!?).
Aaaaaaaahhhhhhh!!! Pra que tanta pressa!? Calma que o Braseeel é nosso!!!

Um desses "etc" para acontecer é a p%rr# o tal do visto. 
Visto é... (pausa dramática. respira. vai.) 
Visto é uma coisa do mal que só que passou por sabe a dor e a delícia que é. É um saco, é caro, é cansativo, é desgastante e testa a sua paciência* a limites inimagináveis.

"Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar [...] (via Wikipedia)

Então que eu não fui dotada de paciência. Eu sou daquelas que detesto esperar em fila de supermercado, ponto de ônibus e que reclamo quando a pessoa anda calmamente no meio da rua como se não houvesse amanhã, fico ansiosa até de quando a preguiça bate e vou buscar uma marmita no restaurante aqui do lado de casa e demora mais que 10min. Hoje em dia sou muito melhor que 5 anos atrás. E naquela época eu já tinha melhorado bastante. A pessoa que mais me testa é minha mãe, que faz tudo n-u-m-a v-e-l-o-c-i-d-a-d-e incrível. Além de ter atitudes que só mães têm como o fato de me esperar sentar para pedir outra coisa, me fazer perguntas enquanto assisto minha série favorita, conversar durante um programa e perguntar o que a pessoa tava falando...e por aí vai.

Só que há 3 anos e pouquinho sou apaixonada por um ser totalmente bipolar quando se trata de esperar. Não sei se é só o meu, mas o Querido não reclama da tiazinha totalmente lenta na fila do supermercado, fica parado no trânsito e não mete a mão na buzina (mas aí eu também gosto - só que eles simplesmente não reclamam. O rádio disse que o trânsito estaria assim e vida que segue. ou melhor, fica parada), e me deixa falar até me cansar sem dar um pio. É a serenidade em pessoa. Será que eu sou anormal? Ai...deixa pra lá.

Enfim. O visto. O IND nos dá 90 dias para recebermos (aka Querido recebe via correio) o Positief Advies.
Já é a segunda vez que passo por um processo de visto na Holanda - a primeira como foi em 2007, como Aupair, onde o prazo era o mesmo e meu visto saiu com quase 70 dias, uma coisa assim. Ou seja, oficialmente, eu já estou "acostumada" com demora. Eu disse oficialmente. Quando a questão é prazo, aguardando respostas eu faço um trabalho comigo mesma: "se o prazo é dia x, só devo me preocupar - caso não obtenha retorno - depois do dia x. Se me derem retorno antes, eu estou no lucro". E assim tem funcionado. Claro que fico ansiosa, mas quando a ansiedade bate, volto ao mantra acima e por aí vai.

Acontece que o Querido está über tenso com a demora (oficialmente ainda temos mais 45 dias de espera). Sei direitinho a hora que eu chega ou entra em casa. O whatsapp denuncia com uma mensagem: "Nog geen brief" (Nenhuma carta ainda). Não tem uma outra palavra que caia melhor para ele. Pense numa pessoa tensa. É de dar dó. Ele entrou num fórum onde outros dutchs estão passando pela mesma situação e, faz parte do grupo de setembro, onde de um total de 20 pessoas que aplicaram naquele mês, 3 já receberam o positivo. 
Semana passada minha amiga, que deu entrada 1 dia antes da gente, recebeu a carta positiva. Eu fiquei tão tão tão feliz por ela que aquela sensação me tranquilizou ainda mais: "o nosso está a caminho". Falei pro Querido - que também ficou feliz - mas não o tranquilizou, só piorou a situação: "esse IND é uma zona mesmo. Como é possível sair tudo fora de ordem, e blablablabla...".

Infelizmente o IND não tem critério e/ou respeita ordem de chegada. Foi assim no visto de aupair e pelo visto será assim no nosso visto. Minha amiga deu entrada no dia depois da segunda quinzena de setembro e neguinho, ou melhor, loirinho que deu entrada no início de setembro ainda não recebeu a tão esperada carta.

Querido só pensa nisso, só fala nisso, confere a caixa de correio quando sai, chega, vai na rua e, se fica muito tempo dentro de casa, corre na caixinha pra ver se algo chegou. Eu quero muuuuuuuuuuuito que essa resposta chegue, até porque ainda tem que ver passagem, saber onde vou passar natal/ano novo/meus 30 anos e também porque preciso de datas e prazos pra fazer minha vida funcionar gosto de datas. Mas principalmente pro Querido sair dessa tensão da espera e dar uma relaxada - de preferência que saia antes da vinda dele pras bandas de cá, sendo mais direta: preferencialmente nas próximas 2 semanas, ok God?
Mas Deus é bom e tem me dado sabedoria e calma pra acalmar e tranquilizar o moço, tadinho.

Tô eu vendo um filme na tv ainda agora e chega um Whatsapp dele: " - Viu o fórum agora a noite? Mais 2 pessoas! Pfff..."  Eu já tinha visto o fórum mais cedo e até comentei com mamis que quando o Querido visse a mensagem - mensagem essa de 2 pessoas que ligaram pro IND essa semana e os mesmos disseram que até o final dessa semana chega a cartinha na casa deles - ia ficar doidinho. Dito e feito.

Semana passada, pra acalmar a fera - e me dar uma noção de em que pé do processo estamos - consegui convencê-lo a ligar. Sei lá...pelo menos pra mim faz bem falar com quem de direito, saber certinho - detesto esperar minha gente! Ele ligou e disse que foi bem tratado pela Mevrouw que o atendeu (digamos que os INDers não são assim dos mais amigáveis, segundo o Querido) disse que está em behandeling. E só.
Agora ele quer saber em que estágio de behandeling está. Aff...

É...esperar é uma arte mesmo.