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quinta-feira, 28 de março de 2013

...da sepultura saiu!

Sumi né?!
Mas a culpa não foi minha..quer dizer, em parte!

Dia desses acordei e vi que tinha enviado um link pra Deus e todo mundo da minha lista de emails do gmail. Querido, TI da minha vida tecnológica disse que era vírus, que precisava colocar uma nova senha e o caramba a quatro. Não sendo isso o suficiente ele sugeriu que, pra acabar com essa patacoada, eu limitasse o número / senha / acesso a um IP desse meia volta na galáxia e receberia um código cada vez que alguém tentasse utilizar e acessar minha conta.

Deu super certo, isso é fato. Mas o blogger é do google e daí que cada vez que eu tentava acessar pra postar alguma coisa dava erro. E de novo. E de novo. Daí cansei! Blogger e Google me trollando legal, pq eu até conseguia comentar em outros blogs, mas na hora do meu...só via o aviso de "senha incorreta" sambando na minha cara.

Como sou orgulhosa e não aceito perder pra máquina (desde os idos de Alex Kid, no Master System II até hoje nesse maldito Candy Crush vicious thing) e algumas crises internas (cenas do próximo capítulo), fugir pro meu silêncio foi uma ótima escolha.

Mas enfim, vamos pra frente que eu voltei e fico. 


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Diferente dessa primavera fajuta que deu o ar da graça no início do março e quando a gente tava gostando gritou: "Rá! Pegadinha do Mallandro!


sexta-feira, 9 de julho de 2010

...aaaaaand FIGHT!

Acho que era final de 2004 quando alguém me enviou o convite para entrar no Orkut. Eram poucas as comunidades em português, eram vários os indianos e era difícil encontrar os amigos e se conectar, já que só convidados participavam desse treco ainda desconhecido. O máximo de fotos eram 12 (e, em 2007 quando vim pra cá como Aupair, era realmente complicado e separava cerca de 12 por semana).
Mas a mágica principal do orkut era algo fantástico: encontrar pessoas, fazer amigos e reencontrar amigos sumidos. No meu caso era ótimo: me mudei do RJ para Vitória/ES aos 13 anos e, reencontrar amigos de escola, do curso de inglês, jazz e natação, era sensacional. Não tinha preço.

Mas aí virou moda, caiu no gosto popular e virou baderna. Vieram as correntes dizendo que a partir de dia tal o orkut seria pago, vieram os falsos perfis, vieram as porcarias das mensagens com glitter, música e bichinhos que piscam e andam, a participação nas comunidades virtuais perdeu o tom informativo e tornou-se apelativo. Brigas, discussões, ameaças...o orkut tornou-se algo maior que si mesmo. Tornou-se o alter ego da população brasileira. Mas algo nem sempre tão positivo: pq é viciante e vc fica ali vendo as suas mensagens e clica para responder e acaba vendo a mensagem alheia. O que era para ser um scrapbook tornou-se agenda, cartões de aniversário e acusador. Se eu não soubesse onde fulano estava, bastava entrar na página dele, fuçar os recados e aqui e ali saberia exatamente onde e quando encontrá-lo.

Aí veio o orkut bina dizendo quem tinha entrado e vistoriado suas mensagens ou apenas sua foto do perfil. Veio a possibilidade de bloquear os recados para "apenas" seus amigos, bloquear as fotos e isso e aquilo e aquilo outro... Mas algumas coisas não mudaram. Como as discussões nas comunidades.

Aaaaaah, as comunidades no orkut. Faço parte de várias mas participo de pouquíssimas. Os tópicos, ao invés de esclarecer, são utilizados como lei: tudo o que vc falar/escrever será utilizado contra você. O que era para ser uma troca de idéias virou um ring de boxe. São agressões verbais tão desnecessárias que fico me perguntando se as pessoas realmente se conhecem.

Eu, por exemplo, quando vim para a Holanda como Aupair, me lembro de ter entrado na comunidade com menos de 150 pessoas e de lá conheci pessoas que fizeram meus 13 meses de aupair nas bandas de cá os melhores possíveis - sem elas não estaira completo. E não foi 1 ou 2 vezes que novos membros comentavam sobre a atenção dispensada e que era uma das poucas comunidades que realmente ajudavam. Bem, isso era 2006/2007.

Mas, por estar nas bandas de cá, fiquei com medo de postar em comunidades várias vezes, mesmo sabendo respostas e informações que pudessem ajudar/responder o que foi questionado. As palavras ali despejadas tomam uma proporção tão grande que parece que as pessoas realmente esquecem que é virtual, que existem pessoas reais e que, ao contrário de uma Corte, não usamos todas as palavras contra as pessoas.
São dores, brigas, troca de "elogios", verdadeiros barracos que cansam. Se repetem com o passar dos anos, os tópicos são os mesmos, os motivos também mas parece que as pessoas têm prazer em sentar na frente do computador, responder tópicos e, se a pessoa colocar uma vírgula fora do lugar, ela não presta, não é inteligente, não sabe o que está falando e blablablablabla... 157 posts de discussão e a pergunta feita e discutida nos 3 primeiros posts vão por água abaixo. É tanta chatice que cansa. Cansa ler, cansa tudo. O poder de falar e esculhambar qualquer coisa, qualquer pessoa, qualquer pingo fora do i é tão grande que parece que o ser humano perdeu o bom senso e esquece que orkut, tópicos e comunidades fazem parte do mundo virtual. Não há necessidade de levar tão a sério. Ou melhor, que a pessoa é (deve ser) maior que o orkut. Hoje eu vi uma briga tão banal, tão ridícula e uma dessas comunidades que me fez perder a fome. 2 mulheres inteligentes - uma delas eu conheço - discutindo pq pensavam diferente sobre um assunto que nem era o tema do tópico, mas as trocas de acusações eram fenomenais. Ainda agora vi amigos justificando o porque escreveram o que pensavam no twitter e/ou facebook. Famosos tendo que explicar piadas pq não agradaram a todos. Que palhaçada é essa?

Não foram poucas as vezes em que apertei o "delete account" e não confirmei. Nunca fui dependente de orkut, mas sei o quanto perco tempo ali. Mas o prazer de manter contato com pessoas que não estão ao meu redor e reencontrar pessoas do passado ainda me prendem ao orkut. O número de fotos diminuiu, as comunidades também e os recados estão bloqueados. Ou melhor, apagados. As palavras especiais já ficaram marcadas no lugar certo: na minha mente e no meu coração, o resto é resto. 

Tenho twitter, tenho facebook...faço bom uso de ambos. Quando não os "vejo" não sinto falta alguma. Mas a única coisa que não consigo entender é como as pessoas deixam o mundo virtual tomar conta do mundo real. Antigamente costumávamos ligar para o aniversariante do dia. Hoje em dia, basta um recado no orkut e tá tuuuuuuudo bem. Sinto falta do contato, de ouvir a voz. Para quem está longe, do outro lado do mundo facilita sim, não posso negar. Mas isso é apenas um detalhe.

Não sei de onde o poder vem, mas que tá cansando, isso tá. Saudade da época do email. E só!


domingo, 9 de maio de 2010

quem é você?

Se tem uma coisa que eu curto fazer são testes de revista, internet e afins para "descobrir quem vc realmente é". Acho meio bobo e geralmente faço na base da brincadeira.


No início da minha adolescência, por volta dos sempre comprei, contra a vontade da minha mãe que achava um absurdo eu buscar informações nesse tipo de revista, Querida (ainda existe essa revista? lembro de uma com um mini poster do Leonardo Di Caprio que coloquei no meu guarda roupa, até o dia que meu pai viu e quase caiu pra trás) e Capricho e fazia todos os testes - claro que em uma folha separada pq não gostava que nenhuma das minhas amigas soubessem do meu resultado.


O tempo passou e vieram revistas com conteúdo. Veio a internet e aí sim a explosão de trocentos testes apenas com um clique. E, na medida do possível, continuei a fazê-los. Mas era tanto teste idiota, bobo e sem pé nem cabeça que comecei alguns e não terminei vários.


Hoje, fuçando na internet , caí num blog alheio e achei o link para um Teste de Personalidade da Super Interessante - clique aqui! Como não fazia teste algum há muito tempo, resolvi fazê-lo e tive uma surpresa. O teste analisa suas características principais e traços da sua personalidade que possuem dois valores diferentes.
Como todos os testes pedem: responda com muita sinceridade porque o resultado, de acordo com o gráfico gerado, chega (ou quase) a sua real personalidade.



Meu resultado é esse aqui: