sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Merda Feliz!

Hoje, 27 de setembro, é dia do Turismólogo. Ou seja, meu dia. Dia do Bacharel em Turismo. Parabéns pra mim. Amo o Turismo e não vejo a hora de voltar pra ele. 

Desde que entrei na faculdade, em 2000, sempre estagiei,trabalhei e fiz tudo na minha área. Cresci profissionalmente no Turismo e sei que tenho um nome a zelar. Sempre tive um prazer imenso em proporcionar uma boa viagem, estadia, dar dicas, cuidar, planejar do evento e infra estrutura urbana.

Ano passado, quando voltei da Holanda, depois de ficar cerca quase 3 anos sem carteira assinada na minha área (em 2008 quando voltei do intercâmbio de Aupair, em 10 dias estava trabalhando no local onde queria, na minha área), voltei pro Turismo - cheia de idéia e peito aberto. Peito e bolso também. Um dos motivos por ter voltado ao Brasil era exatamente o fato de não poder trabalhar e tava "precisada" de trabalho, escala, rotina e tudo mais. 2 meses depois estava trabalhando como Recepcionista Bilíngue num hotel 5 estrelas - hotel esse bem famoso na terra dos moinhos.

Apesar de nunca ter sido muito fã da escravidão hotelaria nos tempos de faculdade (nem das aulas, nem dos estágios e muito menos dos trabalhos), era o que tinha e a equipe era legal e, para o meu curriculum seria ótimo (pois voltando à Holanda, tendo tal hotel como experiência contaria como ponto na hora de correr atrás de um emprego por lá). Acontece que a química não rolava. Não por conta do hotel, mas por conta de satisfação mesmo: financeira e profissional. O salário menor que e a allowance de Aupair que eu recebia na Bélgica e as horas trabalhadas eram mais que o dobro (na Bélgica eu trabalhava 20h/semana, no máximo 25h). A escala 6x1 era cruel. Trabalhar 8:20h/dia de pé, sem poder sentar ou se escorar, de salto e sorrindo, tendo ao meu lado alguém sem experiência em nada no Turismo e na vida era demais para esta pessoa que já tinha, na época, 28 anos, graduação, especialização, experiência na área, 3 línguas no bolso e expectativa zero de crescimento.

Até que num dia bem triste, alguém que você gosta muito e admira, mas não vê há pelo menos 2 anos, vira e te fala: você merece mais. Muito mais. Acredite no seu coração, lute e vá atrás. Coisa de Deus!

E assim foi. Meu coração queria um trabalho bom: que me desse tempo e um bom dinheiro. Não precisa muito, mas algo suficiente para que eu pudesse pagar minhas contas, comprar minhas coisas, guardar um pouco e me dar certos luxos (a.k.a.: visitar o Querido e ter tempo livre pra fazer o que eu quisesse qualidade de vida). Sendo assim, 9 meses depois de entrar na hotelaria, lá estava eu fazendo treinamento em Macaé, começando minha vida offshore - desisti da satisfação profissional e fui ser rica - obedecendo minha mente e coração.

Minha mãe é Pedagoga e cresci dentro de escola e ouvindo: minha filha, não seja Professora. Pois bem, cá estou eu: sou Teacher. Quer dizer, sou English/Portuguese Instructor: dou aulas de inglês e português em plataformas de petróleo. Tenho uma escala de 14x14 - 14 dias embarcada e 14 dias em casa fazendo o que me der na telha (os dias embarcada até passam rápido - pelo menos pra mim - dou aulas de 7am às 9:30pm com pausa pra almoço e jantar, mas os dias off simplesmente voam) e um bom salário.

Se eu gosto? Gosto. Se quero ser isso pra sempre? Não. Não tenho tesão em dar aula, prazer profissional. Aprendi a gostar; o que é bem diferente. Offshore não é pra vida toda. É bom, mas é ruim. Mas Deus concedeu o desejo do meu coração, o que eu pedi, Ele me deu. Fiel que só Ele.

Nunca dei aula na minha vida (e nem quero dar) e, por conta disso, o treinamento que tive foi essencial para me dar uma idéia de como controlar uma turma e passar informação. Dar aula para adultos - em grande maioria peão (isso mesmo, ogro!!), ou para alunos que mal terminaram o segundo grau em português (tem de tudo offshore) e/ou gringos que falam apenas o inglês e sofrem o mesmo tanto ou mais para aprender português - em alto mar, pessoas que trabalham 12h/dia e têm aula depois do horário de trabalho, sempre pressionados, em alto risco de acidente...não é fácil. É um grande desafio. Mas com muita gargalhada a gente chega lá.

Vê-los chegando e compartilhando alguma coisa que entenderam na língua que estão aprendendo, ou algo que aconteceu no período em que estiveram em casa ou que conseguiram falar é mega gratificante. Me faz acreditar que meu objetivo - ensinar - foi alcançado.

Dia desses durante uma pausa pro lanche, no Coffee Shop (coffee shop é onde rola toda e qualquer a fofoca, muita gargalhada, sobre tudo e sobre nada no mundo offshore regado de muita comidinha que só engorda), um aluno veio me falar que conversando com o Supervisor sobre um probleminha que havia acontecido, o cara falou pra ele que "- aaah, it's ok, shit happy!". Ele ficou feliz pq entendeu: "poxa, shit é merda. Happy é feliz. Conclusão: merda feliz. Poxa, meu Supervisor tá falando que deu merda mas tá tudo tranquilo: merda feliz." E lá foi ele dar o feedback pro outro setor e disse: "o supervisor disse que shit happy". Até que um abençoado que fala inglês virou e perguntou: que raio de shit happy era aquela e ele explicou toda a saga novamente. E foi explicar e todos do tal setor caíram na gargalhada (pessoal de marinha fala inglês) e explicaram que o Supervisor dele não disse "shit happy" e sim "SHIT HAPPENS" e explicou o significado da expressão.

Eu sei que como Teacher não posso rir de um aluno, mas na hora que ele começou a me contar, disse shit happy e a conclusão do significado da expressão que ele mesmo criou, eu dei altas gargalhadas (como eu não sou Educadora por natureza, rio mesmo! péssimo exemplo de professora eu sou!).

O gerente da plataforma, um ex-fazendeiro inglês, tem aulas de português e sofre, xinga e bate na mesa todas as vezes que vamos conjugar qualquer verbo. Já o Capitão, um americano do Texas que é a cara do Visconde de Sabugosa, disse que só iria às aulas caso eu prometesse que não entraríamos em conjugação de verbo. Promessa não feita e aluno assíduo - reclamando 1000 vezes, como hoje, quando descobriu tenho, tem, temos e têm era o mesmo verbo.


Trabalhar no meio de muita água, vestindo um macacão que te deforma, dividir o quarto com outras 3 pessoas (e uma que ronca absurdamente na cama debaixo nesse exato momento) e o banheiro com 7 mulheres, viver perigosamente (hello, estamos falando de helicóptero, plataforma de petróleo, gases...), numa bomba relógio: é uma shit.


Mas saber que Deus é perfeito e que foi Ele que concedeu o desejo do coração e me presenteia com um visual lindo praticamente todos os dias, me deixa muito happy

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Hoje: apenas o começo.


Querido e eu estamos juntos há 3 anos e 2 meses.

Foram muitos altos e baixo, distância, proximidade e uma certeza: queríamos ficar juntos (do tipo happily ever after mesmo). Mas eu brasileira e ele dutch, eu aqui e ele lá, os 2 trabalhando, cada um com uma vida...a pergunta era: como faríamos isso?

O primeiro ano de namoro foi intenso. Tudo rápido demais, tudo sem pensar, tudo dando muito certo e a melhor escolha. Para nossa surpresa: 2 egoístas e individuais acharam  juntos o meio termo para a convivência pacífica. A separação - de locais apenas - também foi necessária. E essencial para tomarmos uma qualquer decisão: ponto final ou um ponto e vírgula e seguir adiante.

Passamos por muitas provas (coisas que um relacionamento à distância impõe sem você querer), não foram poucas as vezes que ouvimos: "ainda não decidiram?", "ainda separados?" e o dobro de vezes que coisas negativas foram faladas sobre nosso relacionamento. E, apesar de nunca termos aberto nosso relacionamento para ninguém falar o que fosse, ou permitir qualquer pitaco, resolvemos nos fechar ainda mais. A nossa decisão seria tomada no tempo certo, na hora certa e chegaria quando ambos menos esperassem. Com nossa parceria sempre acima de qualquer coisa, seguimos a vida: eu descolei um emprego bacana que me desse tempo e dinheiro e ele resolveu colocar a vida dele acima do trabalho - o que para um holandês é algo muito difícil.

Foram idas e vindas (minhas e dele), milhagens, Air France, KLM, TAP, Lufthansa, TAM,  muitas e muitas horas de Skype e vários GB de conversas no MSN - além de contas telefônicas não muito agradáveis. Sem contar nos terríveis "tchaus" nos diversos portões de embarque.

Algumas pessoas devem se perguntar: nossa, isso é só porque estavam separados né? Não. SEMPRE nos falamos nessa intensidade desde o primeiro dia que começamos a conversar (nos conhecemos em 2008 e só começamos a namorar em julho de 2009) até hoje: todos os dias e o tempo todo. 

As últimas 4 semanas foram trabalhadas em estudo de holandês para relembrar e dar uma valorizada na língua, documentos daqui, documentos de lá, prova (com um excelente resultado: 2 fases fechadas com 100% e a outra com 80%), Itamaraty, Consulado, tradutores, scanners, cópias, cartas, fotos, gastos...tudo para entregarmos hoje um dossiê ao IND com 73 páginas de informações sobre nossas vidas nos últimos 1155 dias para que, em breve, comecemos uma nova vida. 

Dessa vez, sem dar tchau.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Está chegando a hora...

...e é sempre assim.
Chega o dia pré embarque e a pessoa aqui não dorme direito.
Engraçado que não é porque não gosto de estar lá. Eu até gosto. Mas agora eu tenho é preguiça de chegar lá.


O que muitos consideram uma mega aventura, eu considero rotina: ir pro aeroporto, fazer check-in, despachar mala, fazer o briefing, esperar chamar, caminhar até o heliponto, colocar colete salva-vidas, entrar no helicóptero e voar 50min mar a dentro, pra mim, é um saco. Pois é, cansei. Ou melhor, virou rotina. 

Trabalhei 5 anos na aviação, colocando o avião pra subir - literalmente (era DT - despachando técnica de vôo) e hoje em dia eu não dou mais conta de voar. Se eu ganhasse milha por hora de vôo e idas ao aeroporto, com certeza esse ano eu seria aquele cartão preto fodástico do George Clooney em Up in the Air. Mas, como a vida do lado de cá é bem real, o jeito é ir dormir porque a partir de amanhã, os próximos 14 dias serão de 14h de muito trabalho (em breve explicarei minha rotina) e 10h pra almoçar, jantar, tomar café, dormir, malhar e viver na ilha de ferro.

sábado, 22 de setembro de 2012

#TGIF....só que não!

Nunca fui das mais festeiras. Na verdade nunca fui daquelas que saía aos finais de semana, que dizia que ia dormir na casa de amiga just to party hard. Também, considerando que VIX é um ovo e as "atrações" sempre foram as mesmas, não era assim tão animador. 
Me lembro do primeiro convite pra uma festa que chegou apenas no meu nome. Tinha 14 anos. Era aniversário de 15 anos de uma amiga, num clube chique da cidade e para desespero dos meus pais minha alegria, começaria as 23h. Meus pais me levaram e eu voltaria com outro pai.

No primeiro ano de faculdade, com 17 anos, tudo era novidade e deu pra curtir um pouco, mas, como era de menor, entrar nas boates não era assim tão fácil (acho que meu cagaço de ser barrada receio por ser menor era maior que a proibição dos seguranças). Como vários eventos que fazíamos por conta da facul terminava em festas em boates (estamos falando de VIX, hello!), eu estava na organização e já estava lá dentro. Já no segundo ano de faculdade, comecei a trabalhar por escala e com isso minha vida social foi para o buraco. Tive que abrir mão de muita coisa - hoje em dia vejo as fotos das festas de faculdade e conto nos dedos as fotos em que apareço. Nunca podia ir porque era num sábado ou um churrasco no domingo e lá estava eu no aeroporto. Vai trabalhar com Turismo, vai! Por conta disso, passei a aproveitar segundas feiras de folga na praia, uma quarta feira a tarde no cinema, 1 final de semana ao mês de folga para dormir eternamente... Acho que, desde os 17 anos, quando comecei a trabalhar (e lá se vão 12 anos de carteira assinada), num total trabalhei apenas 2 anos de segunda a sexta (inclusive o período como Aupair pois vira e mexe tinha um babysitting).

Mas aí eu fui pra Holanda. E com 24 anos, enfiei o pé na jaca legal. No primeiro ano como Aupair eu saía de quarta a domingo. A rotina era mais ou menos assim: quarta feira - salsa; quinta feira - cineminha + pub; sexta e sábado - pubs e boates; domingo - um bar/café pra curar a ressaca. Isso sem contar os finais de semana de viagens. Mas, pé na jaca legal não significa sair para beber descontroladamente. Nunca tomei um porre. Quer dizer, tomei 1 porre na vida, não foi na Holanda e não foi nada legal. Foi numa festa a fantasia open bar da Vasp com sakê de todos os gostos possíveis. Os poucos flashes me fazem recordar de eu  e uma amiga sentadas no chão do banheiro, rindo descontroladamente e sem forças para levantar, até que o Zorro (sim, a pessoa estava fantasiada de Zorro) nos levantou e levou-nos pra festa novamente. A partir dali não tive mais forças pra nada e a única coisa que me vinha à mente era: perdi meu controle, perdi meu controle, perdi meu controle. E essa sensação foi o suficiente para saber parar exatamente no momento que estou prestes a perder o controle. Bem, não sempre, mas pelo menos em 98% dos casos.

Enfim, essa vida de Aupair solteira na Holanda eu posso falar que curtir e muito. A melhor coisa que fiz foi não ter arranjado namorado logo de cara. Não queria isso. Não estava ali pra isso. E, graças a essa decisão pude curtir e muito. Saía para me divertir. Pouco me importava em flertar com ninguém, queria era dançar, causar, ser a dona do pedaço. E, na cidade onde morava, deu pra fazer isso tranquilamente. 10 meses depois de morar na capital de Limburg, fui para Amsterdam e, well, nem preciso dizer que encerrei meu ano de Aupair na Holanda em grande estilo.

Voltar ao Brasil, ou melhor, à VIX e manter o mesmo estilo de vida era impossível. A começar por... começar por tudo: tudo muito caro, pouca opção e as mesmas caras de 13 meses antes, quando eu saí de casa para terra dos moinhos. Mas principalmente a liberdade, VIX é um ovo e só existem 3 pessoas: eu, você e alguém que a gente conhece. Fui levando a vida: casa - trabalho - casa. A escala era de segunda a sexta, mas quase toda semana a cada 15 dias rolava um sábado - e era sempre o dia mais puxado. 

Por any motivos voltei pra Holanda e, foi esse retorno que mudou a minha vida (). Voltar pra Europa não era mais novidade. Me lembrou de pousar em Schiphol pela segunda vez e era como pousar em casa. Uma tarde linda de início de verão, foi largar as coisas em casa, tomar um banho e partir pro pub: rever amigos, ver um jogo de futebol (era Eurocopa 2008), conversar, não ser rotulada por com-que-roupa-eu-vou...liberdade. Mas o tempo foi passando, as amigas indo embora e juntamente com ela a euforia pelo "livin' la vida loca".
Sexta-feira (ainda tem o hífen?) chegava e o desejo/vontade de sair não chegavam. Pelo menos não nos fins de semana de folga.  A ida para a Bélgica ajudou ainda mais. Apesar de morar em Antuérpia, o bairro ficava 40min de ônibus do centro + 10min de bicicleta até o ponto de ônibus. Sair não era o problema, mas sim voltar, sabendo que teria que enfrentar tudo isso por volta das 3h - 4h com uma temperatura sempre abaixo de 10C (out.08 - fev.09), ou seja, tinha que ser algo muito bom. Finais de semana entre amigos, um bom vinho, ótima música, filme na tv e muito papo invadiram a minha vida. Ao me mudar para Ghent não foi diferente (30min do centro, 10min de bike até o ponto, 1 ônibus por hora e o último era as 22h30. Em Maastricht e Amsterdam o máximo que eu gastava eram 8min de bicicleta, quando não fazia tudo a pé).

Até que o Querido apareceu na minha vida e aí, os finais de semana de folga eram resumidos em viagens para vê-lo..aaah, o amor. E mesmo com ele, ir à pubs não era um problema: o Markt a 4min da casa dele, sair pra beber uma cerveja, encontrar os amigos e dançar...tudo logo ali 4min apenas de caminhada no sol, na chuva, no frio, na neve, no vento e já era resolvido.

Com ele ou sem ele, me tirar de casa só por um bom motivo. Mas mesmo assim, nunca senti a necessidade extrema que algumas amigas sentem de sair pra dançar, pra me divertir. Me divirto com pouco. E o pouco passa a ser essencial. Acho que tudo tem seu tempo. Aproveitei intensamente com 17 anos - amo e me lembro direitinho a primeira música que tocou quando coloquei os pés numa boate (é...tô velha!), as folgas foram aproveitadíssimas, com direito a vários atendimentos de check-in virados, a enfiada de pé na jaca foi essencial mas, hoje, quase uma balzaca, sexta feira é apenas mais um dia da semana.

Hoje, trabalhando offshore e nessa vida de corno por escala (14x14), sexta feira é apenas a informação de que minha folga está acabando. Hoje, sexta feira, significa nada mais nada menos que eu só tenho 2 dias até entrar no helicóptero e voar 115km mar a dentro pra ilha de ferro.

Thank's God Is Friday....só que não!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Summing up

Engraçado que eu não cheguei a sentir saudade ou falta de postar no blog. Apenas não vi necessidade. As situações diversas (ou adversas) já me bastavam.

Desde o último post eu comemorei 2 aniversários (um lá outro aqui), 2 carnavais (aqui), 3 empregos diferentes, kilos que foram, kilos que voltaram, muitas horas de vôo (de avião e de helicóptero) e o mesmo Amor. Meses sozinha, semanas juntos, brigas, discussões, abraços e carinhos e beijinhos sem ter fim e decisões - tomadas na hora certa. Mesmo sem entendermos o porquê.

Despedida, reencontro, facebook, skype, msn, whatsapp, companhias aéreas, correria, tchau pra emprego, insatisfação profissional, trabalhar por dinheiro e não por prazer, 14x14, pressão, incerteza, pontos de exclamação, o dobro de interrogações... É, realmente não havia necessidade de compartilhar algo tão pessoal.

Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas, here we go again. Hora de começar mais um ciclo. Mais um ano. Ou melhor: o primeiro ano do resto de nossas vidas...a dois!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Um sopro de vida!

Sim, ainda há vida do lado de cá.

Quase 2 anos sem postar. O silêncio - perturbador para alguns - foi necessário.
Aos poucos (ou não) as informações e noções do que rolou comigo desde a última postagem em dezembro/2010 virão a tona.

O blog volta. Com cara nova e dona velha.