quarta-feira, 31 de outubro de 2007

o que eu tambem nao entendo

fucando os blogs alheios, descobri que nao sou a unica pessoa no mundo que nao entende certas esquisitices que nao paramos de fazer.

[...]Não entendo porque que eu posso pagar um CD no caixa da loja de CD, um livro no caixa da livraria e um pão no caixa da padaria, mas não posso pegar um remédio na farmácia e pagar no caixa da farmácia e ir embora. Sempre tenho que colocar o remédio numacestinha azul, retirar a notinha, levar a notinha noutro lugar, pagar, depois pegar o remédio, etc. Que merda é essa? Passa-ou-repassa?

Não entendo porque o Word tenta sempre me convencer a escrever coisas que eu não quero. Ás vezes eu quero dizer o “seguinte” e ele insiste em dizer “segunda-feira”.

Não entendo show ao vivo, quando o cantor fala “agora só vocês” e pára de cantar. Não foi pra isso que a gente pagou? Eu pelo menos fui lá pra ver o cara cantar, não pra participar do maior karaokê do mundo. É a mesma coisa que o cozinheiro sair de trás de um restaurante dizendo “agora só vocês! Bota o arroz na panela! Isso! Mistura! Tá bonito...”.

Não entendo uva-passa. Quem foi o primeiro filho da puta que pensou “Mmm. Uva é bom. Será que fica melhor podre?”.

Não entendo ovo de páscoa. Um coelho que bota um ovo, de chocolate, que a gente embrulha feito um abacaxi e, pra coroar, penduramos no teto. Pra quê, meu deus, pendurar isso no teto? Será que esse era o lugar mais provável pra se procurar esse tipo de coisa?

Não entendo porque que é impossível redobrar um mapa rodoviário à sua forma original.

Não entendo o que se faz com um origami depois que ele fica pronto. Amassa? Isso não seria MAIS origami? [...]




fonte: http://bloglog.globo.com/fernandocaruso

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